Cara leitora, caro leitor , controlar a ansiedade e não deixar que ela interfira nas nossas atividades cotidianas é um dos grandes desafios da humanidade hoje em dia. A ansiedade pode nos atrapalhar em tudo, na hora de fazer uma prova, na hora de declarar o nosso amor por alguém e por aí afora. Imaginem então você, jogador de futebol, escolhido para o seleto grupo de 23 atletas que vai representar o país, fechado em um hotel e a cada dia vendo as outras equipes jogar. É extenuante estrear no quinto dia como está acontecendo com o Brasil. A pressão interna vai chegando a um ponto difícil de suportar e nesta hora é preciso muita concentração. Pelo que tenho visto, lido e ouvido, a nossa Seleção está concentrada, os jogadores parecem em um bom momento anímico e acredito que a vitória virá. Se nada der certo para nós ganharemos pelo menos por um a zero. Se Robinho confirmar a boa fase do Santos e o sistema defensivo confirmar o que vêm fazendo nos últimos jogos, ganharemos por 2 ou 3 gols. Quanto mais vejo jogar as outras equipes mais sinto que o Brasil têm condições de chegar entre os finalistas. Laduma Brasil!!!
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Fui cheio de esperança a Soccer City para ver Holanda e Dinamarca. Sai de lá totalmente descpcionado com o que vi em campo como a totalidade das pessoas com quem conversei. A Holanda foi um tme blasê, aborrecido, parecia que estava fazendo um favor ao público por ter vindo jogar a Copa. Davam a impressão de que preferiam estar nos cafés de Amsterdam ou nas praias da Sardenha naquele momento. Mesmo com Robben recuperado acho difícil que melhore. Se jogar como ontem perde para o Japão e para os Camarões, duas equipes valentes, determinadas, que vieram até aqui para mostrar serviço.
A Dinamarca foi muito pior, não esperava algo tão ruim, tão sem vibração, tão frouxo. Escrevi que fui torcer para a Dinamarca e fui mesmo por razões afetivas. Torci muito pela Dinamarca na Eurocopa de 92, na Suécia. Estava lá acompanhando a competição que tinha a Alemanha, então campeã do mundo de 90,cheia de craques, a Holanda, com Rijkaard, Gullit e Van Basten como grandes favoritos. A Dinamarca não estava classificada para a competição, mas aí, quase em cima da hora, a Iugoslávi foi excluída e a Dinamarca convidada para tapar o buraco. Era o Patinho Feio, mas como tinha garra aquele time, como lutavam os companheiros do goleiraço Schmeichel!! Na primeira fase bateram a França do técnico Michel Platini e aí veio a semifinal com a Holanda, campeã da Euro 88. Vitória nos pênaltis por 5×4. O time que não teve tempo para treinar, que foi montado de improviso pelo técnico Muller-Nielsen nada poderia na final contra a fortíssima Alemanha, mas aí caros leitores o que se viu na tarde de 26 de junho de 92 em Gotemburgo foi como a determinação, o espírito de luta podem fazer a diferença em uma final. Dois a zero Dinamarca para delírio de 20 mil dinamarquese que tinham chegado pela manhã a Gotemburgo a maioria vinda em automóveis. A volta até Copenhague foi uma interminável parada, um desfile de alegria das bandeiras vermelho e branco, até a praça real de Copenhague onde fui comemorar junto com eles. Me emociona até hoje lembrar daqueles momentos. O time frouxo que jogou ontem em Soccer City não honra a tradição dinamarquesa.
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Fui cheio de esperança a Soccer City para ver Holanda e Dinamarca. Sai de lá totalmente descpcionado com o que vi em campo como a totalidade das pessoas com quem conversei. A Holanda foi um tme blasê, aborrecido, parecia que estava fazendo um favor ao público por ter vindo jogar a Copa. Davam a impressão de que preferiam estar nos cafés de Amsterdam ou nas praias da Sardenha naquele momento. Mesmo com Robben recuperado acho difícil que melhore. Se jogar como ontem perde para o Japão e para os Camarões, duas equipes valentes, determinadas, que vieram até aqui para mostrar serviço.
A Dinamarca foi muito pior, não esperava algo tão ruim, tão sem vibração, tão frouxo. Escrevi que fui torcer para a Dinamarca e fui mesmo por razões afetivas. Torci muito pela Dinamarca na Eurocopa de 92, na Suécia. Estava lá acompanhando a competição que tinha a Alemanha, então campeã do mundo de 90,cheia de craques, a Holanda, com Rijkaard, Gullit e Van Basten como grandes favoritos. A Dinamarca não estava classificada para a competição, mas aí, quase em cima da hora, a Iugoslávi foi excluída e a Dinamarca convidada para tapar o buraco. Era o Patinho Feio, mas como tinha garra aquele time, como lutavam os companheiros do goleiraço Schmeichel!! Na primeira fase bateram a França do técnico Michel Platini e aí veio a semifinal com a Holanda, campeã da Euro 88. Vitória nos pênaltis por 5×4. O time que não teve tempo para treinar, que foi montado de improviso pelo técnico Muller-Nielsen nada poderia na final contra a fortíssima Alemanha, mas aí caros leitores o que se viu na tarde de 26 de junho de 92 em Gotemburgo foi como a determinação, o espírito de luta podem fazer a diferença em uma final. Dois a zero Dinamarca para delírio de 20 mil dinamarquese que tinham chegado pela manhã a Gotemburgo a maioria vinda em automóveis. A volta até Copenhague foi uma interminável parada, um desfile de alegria das bandeiras vermelho e branco, até a praça real de Copenhague onde fui comemorar junto com eles. Me emociona até hoje lembrar daqueles momentos. O time frouxo que jogou ontem em Soccer City não honra a tradição dinamarquesa.
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